
"Cada um dá o que tem... E cada um recebe com o coração que tem!"
Autor Desconhecido
O ser humano nasceu incompleto, mas anatomicamente ''encaixável'' entre gêneros. Utopicamente, pode-se imaginar que tudo ocorre às mil maravilhas, que as pessoas são felizes , um belo dia conhecem outra criatura e começam a achar que encontraram sua alma gêmea, e serão
felizes para sempre! Ledo engano! Além de ser esse um acontecimento de mínima probabilidade, mesmo que ocorra, existem pequenos detalhes que podem fazer a diferença em uma relação. Um deles é a tolerância, que nos torna cegos aos defeitos de nossos objetos de desejo. Mas com o tempo, a paixão amadurece, e se além da atração não houver uma sólida base de carinho, amor, respeito e sentimento, essa relação está fadada a ser mais uma entre tantas outras histórias de amor que se perderam pelo caminho...
O ser humano nasceu incompleto, mas anatomicamente ''encaixável'' entre gêneros. Utopicamente, pode-se imaginar que tudo ocorre às mil maravilhas, que as pessoas são felizes , um belo dia conhecem outra criatura e começam a achar que encontraram sua alma gêmea, e serão
felizes para sempre! Ledo engano! Além de ser esse um acontecimento de mínima probabilidade, mesmo que ocorra, existem pequenos detalhes que podem fazer a diferença em uma relação. Um deles é a tolerância, que nos torna cegos aos defeitos de nossos objetos de desejo. Mas com o tempo, a paixão amadurece, e se além da atração não houver uma sólida base de carinho, amor, respeito e sentimento, essa relação está fadada a ser mais uma entre tantas outras histórias de amor que se perderam pelo caminho...Isso se você tiver a sorte de encontrar alguém! Parece ridículo imaginar que embora exista um imenso contingente de pessoas solitárias, elas nunca se encontrem! Também pudera!
Nessa atual realidade (?!), mesmo sem o percebermos, estamos reféns de uma ditadura invisível e implacável que nos doutrina, obriga a viver e tomar nossas decisões baseadas na opiniãos de outros, como se nossa felicidade dependesse da aprovação de outros. Verdadeiramente deplorável! Mas se analisarmos bem a história, isso não mudou. Desde a época dos casamentos arranjados, o maior objetivo era a garantia da sobrevivência, do bem estar. Se outrora o que importava eram as garantias de uma vida confortável, principalmente em caráter financeiro, atualmente é na beleza, que hoje em dia é um diferencial competitivo, pois errôneamente essa persona é associada a saúde (portanto menos custos hospitalares) e auto-estima elevada (menos riscos de depressões), fatores esses que acabam por decidir a carreira e até mesmo a próppria vida do indivíduo.
É, e enquanto isso continuamos a viver nossa vidinha medíocre, até que a nossa obsessiva dependência da opinião de amigos, ou de familiares, ou mesmo da própria sociedade, nos transforme em eremitas modernos, infurnados dia e noite na solidão de nossas casas, na companhia de um computador, ou na melhor das hipóteses, um peixinho no aquário, cachorro ou gato...
Nessa atual realidade (?!), mesmo sem o percebermos, estamos reféns de uma ditadura invisível e implacável que nos doutrina, obriga a viver e tomar nossas decisões baseadas na opiniãos de outros, como se nossa felicidade dependesse da aprovação de outros. Verdadeiramente deplorável! Mas se analisarmos bem a história, isso não mudou. Desde a época dos casamentos arranjados, o maior objetivo era a garantia da sobrevivência, do bem estar. Se outrora o que importava eram as garantias de uma vida confortável, principalmente em caráter financeiro, atualmente é na beleza, que hoje em dia é um diferencial competitivo, pois errôneamente essa persona é associada a saúde (portanto menos custos hospitalares) e auto-estima elevada (menos riscos de depressões), fatores esses que acabam por decidir a carreira e até mesmo a próppria vida do indivíduo.
É, e enquanto isso continuamos a viver nossa vidinha medíocre, até que a nossa obsessiva dependência da opinião de amigos, ou de familiares, ou mesmo da própria sociedade, nos transforme em eremitas modernos, infurnados dia e noite na solidão de nossas casas, na companhia de um computador, ou na melhor das hipóteses, um peixinho no aquário, cachorro ou gato...